A Bagagem do Viajante

Portugal:

fjsEditorial Futura 1973
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Editorial Caminho

1986, 8.a ed., 2010

«Um dia tinha de chegar em que contaria estas coisas»

«Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino “A Capital” (1969) e no mítico “Jornal do Fundão” (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de “foguetes e lágrimas” ou de “o melhor amigo do homem”. E de “quando morri virado ao mar”. Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que “não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Durer”. Para responder que: “Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei. “São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas. No domínio da crónica, José Saramago publicou igualmente “Deste Mundo e do Outro” (1971), e “As Opiniões que o DL Teve” (1974).» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)

Crónicas De Quando em Morri Virado ao Mar e Moby Dick em Lisboa incluídas na obra Moby Dick em Lisboa.

Edições estrangeiras:

Argentina:

fjsAlfaguara 2010 (Trad.: Basilio Losada)(incluído na obra Las maletas del viajero)

Lejos de lirismos gratuitos y artificios pretenciosos, el Premio Nobel de Literatura 1998 invita con este libro a tomar las maletas y viajar con él, a recorrer los mundos que ofrece la Ciudad de José, que no es sino su propia experiencia como escritor vital y su conmovedora visión de las cosas.

Si en sus novelas de gran aliento José Saramago se ha revelado como un minucioso escultor de las palabras y de atmósferas de elevada carga poética, la colección de textos breves de De este mundo y del otro y Las maletas del viajero se nos presenta como un muestrario de orfebrería fina, en el que el autor portugués condensa su privilegiada capacidad de observación y su delicada sensibilidad, manejando un lenguaje directo, íntimo, siempre cercano a ese incógnito amigo que para él es el lector.

Saramago apuesta por la fraternindad humana y por el amor a ese jardín que cultivamos entre todos los hombres y las mujeres, y se llama mundo.

Brasil:

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Companhia das Letras

1996Uma viagem pela selva da vida contemporânea é o que José Saramago propõe ao leitor com estas crônicas, que partem dos mais variados assuntos – uma cena de rua ou uma notícia de jornal – para apresentar uma surpreendente releitura do mundo. Das mentiras da política e da publicidade à poesia dos pequenos gestos cotidianos, da vida secreta das cidades aos mistérios que se escondem na criação artística, nada escapa ao olhar arguto do escritor. Armado com o humor, a ironia e uma constante atenção às armadilhas da linguagem, Saramago revela neste livro uma outra faceta de sua expressão concentrada: eleva assim a crônica à altura dos grandes romances que o consagraram.

Espanha:

Ronsel 1992 (Trad.: Basilio Losada)
TB Ediciones B 1995 (Trad.: Basilio Losada)
fjsAbacus Edição especial Abacus, S. Coop. C. L.
Alfaguara 2003 (Trad.: Basilio Losada)

Itália:

fjsBompiani 1992 (Trad.: Giulia Lanciani)Fra dramma e poesia, romanzo e saggio, la cronaca ha sempre ricoperto, forse a torto, un ruolo subalterno da sottogenere. Queste cronache di José Saramago, scritte in un arco di tempo che va dal 1968 al 1972, pubblicate per la prima volta in Italia, rappresentano l’espressione di un’atmosfera che induce l’autore alla confessione e il lettore ad una simpatia partecipe. Saramago, interpellato sull’importanza che le cronache hanno avuto per il suo lavoro di romanziere, ha detto: “Tutto quello che si trova nei miei romanzi si può trovare anche nelle cronache”. Forse in questo parole c’è un eccesso di semplificazione, tuttavia è facilmente dimostrabile che tra la prima riga della prima cronaca e l’ultima riga dell’ultimo romanzo, c’è un filo continuo che tutto lega e il percorso dell scrittore, internazionalmente famoso, è gia tracciato in quelle lontane cronache. (Dalla prefazione di Giulia Lanciani)
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Einaudi

2006 (Trad.: Giulia Lanciani)(em um volume com Deste Mundo e do Outro)

Le piú belle «cronache» scritte da Saramago in un’antologia preparata espressamente per il pubblico italiano: pensieri, racconti, illuminazioni, parabole…

México:

UNAM 1994
Alfaguara 1999 (Trad.: Dulce María Zúñiga)Para este viaje extraño que llamamos vida, un recuento de experiencias, vivencias y lecturas constituye siempre un equipaje imprescindible. Saramago levanta un inventario de la provisión que lo ha llevado con buen ánimo a lo largo de una vida de lucha, de ideales y de escritura.
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